segunda-feira, 25 de junho de 2012

EPISÓDIO 26 lança o disco 'Ela disse'

A Episódio 26 é uma banda de rock formada no final da década de 90 atualmente composta por Ricardo Xavier (vocal e guitarra), Arthur Fernando (baixo) e Diego Bragança (bateria).



A sonoridade da banda remete a poesia e a literatura, e flerta com a arte nas suas mais variadas formas e possibilidades. O som se equilibra entre o grunge, o alternativo e o psicodélico, buscando sempre a visceralidade dos seus membros e do meio o qual os norteia com um toque de suavidade por conta de algumas canções.


O álbum "Ela disse" foi produzido e gravado em 2009, ainda com a antiga formação. Possui
uma capa oficial (da fotógrafa Natia Rekhviashvili – Geórgia) e duas capas alternativas (da
artista plástica Svetlana La Vay – Rússia).


O power trio já se encontra em estúdio para o desenvolvimento do seu segundo CD com
previsão de lançamento para dezembro de 2012. A Episódio 26 já voltou a se apresentar ao
vivo e já tem shows marcados e pré agendados em Sergipe e Pernambuco.



Contracapa. 'Ela disse' pode ser baixado no link abaixo

http://www.4shared.com/rar/QaCLkzNd/Episdio_26_-_Ela_disse__2009_.html

sábado, 2 de junho de 2012

The Baggios lança EP Acústico Aperipê


arte: Julico
A The Baggios sem sombra de dúvida é uma das bandas sergipanas que mais trabalha. Em todos os sentidos. O presente EP é uma prova disso. Outra prova é o histórico que os cara tem aqui na Lojinha dos Discos.


Quer ver? Dê uma olhada nas outras 7 postagens AQUI no blog.


Abaixo segue o texto do jornalista Rian Santos*.





"The Baggios - Cáusticos e Acústicos




Amplificadores no talo. A devoção ao volume, fetiche no sangue de tudo quanto é guitarrista, já arrebentou as cordas de muita Stratocaster por aí. O barulho é imperativo. Firmeza na munheca, também. Quando os hormônios sossegam, contudo, a maturidade precisa dar o ar da graça. Espinhas e testosterona não garantem o futuro de ninguém.

Cáustico – Seria exagero afirmar que o Acústico Aperipê da banda The Baggios desenterra a serenidade das composições consagradas pelas patadas certeiras de Julio Andrade (vocal e guitarras) e Gabriel Perninha (bateria). A gana com que eles atacam o repertório reina soberana nas sete faixas do EP. O nervosismo cheio de vontade dos meninos cria, aqui, no entanto, uma espécie de caos calmo. O ímpeto contido dos andamentos e a moderação nos efeitos afiançam a segurança do duo, própria de músicos conscientes de si.

Despidas, as canções respiram com uma naturalidade primitiva. Se nas gravações originais (o EP possui apenas duas músicas inéditas) a distorção assume a responsabilidade de nos manter aquecidos, o lamento ancestral dos negros americanos ecoa em todos os riffs desse Acústico. Longe dos campos de trabalho onde a ladainha nasceu, Julico transpira a seu modo, desafiando os limites acanhados do próprio berço.

Entre as inéditas, nas quais o piano esperto de Leo Airplane evoca ambientes escuros, impregnados de fumaça, o registro afetivo de uma composição assinada pelo maluco que inspirou os primeiros passos da banda. Um gesto carinhoso de gratidão encerrado em si mesmo. Ponto. “Meu relógio”, por sua vez, passa a régua no disco. Todas as cadeiras do boteco descansam sobre as mesas e o rosto mal humorado atrás do balcão nos convida a ir embora. “Hard times, when i play the blues...”."




* outros textos de Rian Santos podem ser lidos no Jornal do Dia ou no seu blog Spleen e Charutos



--


Os caras da The Baggios além de competentes são gente boa demais e disponibilizaram seu novo trabalho (e o 1º cd da banda) para download gratuito. Vocês podem clicar na imagem abaixo e fazê-lo.


Baixe ambos os discos em http://www.thebaggios.com.br/




GRANDE abraço!!!


AT

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Alex Sant'anna lança o EP 'Fragmentos'




EP 'Fragmentos'




Para baixar clique 

sexta-feira, 30 de março de 2012

Wesley Ará lança o cd 'Entre rocks e suavidades'

'

Wesley Ará compõe e canta suas canções entre tons e letras suaves e gritantes. "Entre Rocks e Suavidades”, título do seu primeiro CD trabalho totalmente independente, apresenta músicas que divagam entre as sensações de um “mundinho pra pensar” simplesmente sentido em poros vívidos na “leveza das horas” e “estados de estar". 




Ouça uma grande amostra do cd, ouvindo a faixa 'Homem Invisível' abaixo:





Lançamento: dia 31 de março

LOCAL: Capitão Cook

Ingresso: R$ 10

quinta-feira, 8 de março de 2012

Maria Scombona lança seu 3º disco, 'Un nu'

"Formada por Henrique Teles (voz e composições), Saulo Ferreira (guitarras), Robson Souza (baixo) e Rafael Jr. (bateria), a Maria Scombona é uma criação do compositor Henrique Teles que reuniu amigos e criou-a para lançar ao mundo uma banda que misturasse a viagem estética de suas letras e que refletisse a personalidade, percepção, musicalidade e inventividade dos músicos que o acompanhavam. 





Todos os experimentos contribuíram para a sonoridade da Maria Scombona hoje. Em 2002 a banda lança o CD ‘Grão’ - que os levou ao Festival de Verão de Salvador, ao Prata da Casa no Sesc Pompéia (SP), ao Festival Internacional de Música Independente em Brasília, à Feira da Música no Ceará e Festival de Inverno de Garanhuns, dentre outros grandes eventos. 

Capa do 'bolachão' e do cd.




1º disco, 'Grão'
Em 2007, a banda se torna um quarteto e lança o álbum ‘Mais de Um... Nós’. O segundo disco é o disco da comparação por conta da nova e enxuta formação da banda. Com o novo disco e formação a Maria Scombona segue realizando dois projetos sócio-culturais. O primeiro deles foi o Mundo Rock Interior, onde a banda percorreu 10 cidades do interior sergipano fazendo oficinas de músicas, dividindo o palco com artistas das cidades por onde passou e ajudando instituições filantrópicas com revertendo a renda dos shows para as mesmas. 


Na capital, a Maria Scombona desenvolveu oficinas de músicas e leva um pouco da cultura musical sergipana para estudantes de escolas da capital com o Circuito Escolar Maria Scombona


2º disco, 'Mais de um... Nós'

Paralelo ao projeto a banda seguiu com suas apresentações e realizando shows convidando artistas da cena a uma confraternização musical geral intitulada ‘Maria Scombona Convida’


Agora a Maria Scombona lança ‘Un Nu’, terceiro álbum e mais conceitual de todos. Um disco concebido também para o formato LP/Vinil, que traz composições ‘vestidas’ de rock, blues, soul, forró, embolada, aboio, côco. 


Aproveitem!" 


Vinil e encarte com fotos de Marcelinho Hora e SNAPIC.

Para leitura complementar sobre o disco 'Un nu' sugiro o ótimo texto do jornalista Rian Santos, 'Maria Sombona caceteira como nunca'.

Aqui na Lojinha dos Discos existe também um post com referência aos dois discos anteriores. 
Ei-los AQUI. Ainda hoje atualização quanto aos lugares de venda do disco e postagem no Sebo Virtual da Lojinha dos Discos.

Grande abraço!

AT

domingo, 4 de março de 2012

Som Invisível - Rock progressivo dos bons em Aracaju


http://tramavirtual.uol.com.br/sominvisivel 


O SHOW DE LANÇAMENTO DO CD DA BANDA Som Invisível JÁ ESTÁ MARCADO!!!!

Data: 31 de Marços de 2012

Local: Teatro Atheneu, na Cidade de Aracaju/SE.

Valor ingresso: 2kg de alimento não perecível, os quais serão doados à AVOSOS!



 Os  integrantes da Som Invisível,  João Valiati (baixo, voz), Denis Arcanjo (bateria), 
Mário César (teclado)  e Alex Guimarães (guitarra).



CDs à venda em pontos estratégicos de Aracaju.




Escolha o local mais próximo de vc e garanta a sua cópia! (NOVOS PONTOS ADICIONADOS!)

LIVRARIAS ESCARIZ, PLANET MUSIC (Shopping Jardins e Centro), PALCO MUSIC STORE e ÁGAPE NATURAL (Treze de Julho), GRAÇA BUFFET E COMEDORIA (Rua Dep. Carvalho Deda, 662), COMPANHIA DO PÃO, AERO SHAKE, BANCA VILLA D'ORO, TCHÊ SORVETES E COLUMBIA VIDEO (Av. Francisco Porto e imediações), TIO MANECO BOTEQUICES (Grageru), DUROCK STUDIO BAR E JASON STUDIO (Suíssa), FREEDOM, RESTAURANTE MÃE PRETA, CASA RUA DA CULTURA, SOFISE, A SUGESTIVA e CASA DO ARTISTA (Centro), STUDIO SOMNART (Sol Nascente), USINA STUDIO (Coroa do Meio), WELLINGTON MENEZES LUTHIER (Siqueira Campos). Os CDs também estarão à venda na ocasião do Show de Lançamento no Teatro Atheneu no dia 31.03.2012.


Venda pela internet via 

http://www.lojinhadosdiscos.com/

O cd está disponível na íntegra para download em http://sominvisivel.tnb.art.br/

Encarte disponível apenas para versão em cd.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Celda Fontes lança o EP 'Samba do miolo doido'



Compositora e intérprete natural de Aracaju/SE. De voz suave, melodiosa e afinada, trabalhada por doze anos no grupo vocal Nós e Voz e outros coros, executa músicas autorais e de grandes nomes brasileiros, passeando por vários gêneros musicais, especialmente a bossa-nova, música regional nordestina, blues e samba, sempre acompanhada por excelentes músicos. 





Novidade no cenário musical sergipano como intérprete, o mesmo não se diz enquanto compositora, havendo suas composições conquistado classificações em dois FEMUC, na década de 1990, três festivais de música Sescanção (2004, 2009 e 2011) e três da Associação das Rádios Públicas – Arpub/Aperipê (2009, 2010 e 2011), de um total de onze festivais nos quais se inscreveu. É, ainda, integrante da Trupe Brinquedolê, atualmente apresentando o espetáculo “Fábrica de Alegria”, musical com canções infantis de sua autoria e de domínio público.



Contato: http://celdafontes.tnb.art.br/


O ep 'Samba do miolo doido pode ser comprado nos seguintes endereços:


Em Aracaju

Casa do Artista - 
Calçadão da Rua Laranjeiras, nº 190 - Centro, Aracaju/SE
(79) 3211-2825

Freedom - Rua Santa Luzia, nº 151 - Centro, Aracaju/SE
(79) 9924-8973

Rithos - Mercado Municipal, pela entrada da Rua Santa Rosa
Centro, Aracaju/SE 

Restaurante Ágape - Rua Celso Oliva, 518 - 13 de julho, Aracaju/SE
(79) 3214-6260

Venda para outros locais

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

VICENTE CODA e a PARAPHERNÁLIA lançam o disco duplo “A Viagem de Christine ao Universo da Beat Generation”

CD duplo: “A Viagem de Christine ao Universo da Beat Generation”
baixe direto no 4SHARED



VICENTE CODA E A PARAPHERNÁLIA



Artista multimídia, Vicente Coda transita em diversas áreas das artes: pintura, literatura e música. Foi um dos fundadores da banda Karne Krua, dirigiu o show de lançamento do cd da mesma, intitulado “Em Karne Viva”, no ano de 2001. Desde os anos oitenta transitou por várias bandas: Karne Krua, Fome Africana, Blow-up, Sopro da Arte, Orelha de Van Gogh e agora depois de algum tempo afastamento do universo musical Vicente Coda retorna ao universo do rock com o CD Vicente Coda e a Paraphernália apresentando um novo trabalho, em cd duplo e  conceitual, intitulado “A Viagem de Christine ao Universo da Beat Gemeration”.

Vicente Coda foi um dos percussores do rock autoral em Sergipe, juntamente com músicos como Silvio Campos, Antônio Almeida, Marcelo Gaspar, Luis Eduardo, Marcos Odara, Antonio Passos. Com esse trabalho ele insere um novo gás ao rock brasileiro, por ser um cd completamente atrelado ao universo literário. É importante acrescentar que na nossa MPB tivemos alguns trabalhos que homenagearam alguns poetas onde seus poemas foram musicados como: Fernando Pessoa e Carlos Drumond de Andrade. Entretanto, o cd “A Viagem de Alice... não se trata de um cd de homenagem e sim conceitual, onde todas as músicas convergem para um só tema e, neste caso, elas convergem para dois temas, Alice e os Beatniks. (Confiram a postagem DOSSIÊ DO ROCK SERGIPANO, revista e ampliada no blog ESCARRO NAPALM, de autoria do Adelvan Kenobi)


Silvio no vocal, Marcelo Gaspar no baixo, Toni Almada na batera e
Vicente Coda na guitarra, no início da Karne Krua.


O cd aborda duas histórias que se fundem entre si. Uma fictícia, inspirada em Alice no País das Maravilhas que é a da jovem Christine, uma jovem amante das artes e desgostosa desse mundo contemporâneo, que embarca acidentalmente numa viagem psicodélica e cai direto na Nova York da década de cinquenta, auge da Geração Beat. Christine serve de ponte para o ouvinte embarcar junto com ela nesse universo literário/revolucionário, dos fundadores da famosa contracultura.  Daí em diante as duas histórias se integram e as músicas do cd retratam situações dos personagens envolvidos ou temas relacionados a vida delas e dos momentos vividos por cada um.

O disco ainda conta com a participação de atores como Cícero Vieira, Sandro Américo, Cacau Farias, Max Alberto e Andrea Villela, além do saudoso Luis Carlos Reis, que recitam poemas que dialogam com algumas músicas, algo característico nos  cds conceituais. Mas a diferença é que Vicente Coda direcionou o trabalho para uma diversidade de estilos sem perder o foco, retratando os movimentos que foram influenciados por essa geração, tais  como o Pop,  Afro Beat, Rock, Experimentalismo e também o estilo Be Bop que tanto fez a cabeça de Jack Kerouac e sua turma. O cd conta com preciosas participações, tais como a dos cantores  Zeq’Oliver, Sílvio Campos, Tânia Maria e Alice Nou.  O Conjunto de Música Antiga Renantique e músicos do quilate de Saulo Ferreira (Ferraro), Fábio Souza, Cléo Maia, Mercinho, Melcíades Filho (Máquina Blues), Alegria e Léo AirPlane (Plástico Lunar).

(Release envido pelo artista)


CONFIRA ENTREVISTA EXCLUSIVA concedida à LOJINHA DOS DISCOS


Lojinha dos DiscosArtista plástico, músico, poeta, ... Um pouco dos três de cada vez, ou os três ao mesmo tempo? Afinal, quem é Vicente Coda, 'uma coisa de cada vez ou tudo ao mesmo tempo agora'?

Vicente CodaTudo ao mesmo tempo, agora e sempre. O meu cd é uma prova disso. É um cd de Rock Experimental/World Music, onde o tema central é um movimento cultural/literário que inaugura a contracultura. Onde contém poemas e também a minha veia de artista plástico, na concepção da capa e encarte. Sempre faço com que as minhas artes sejam uma invasora da outra.


LdDQual a influência dos beatniks em sua vida de artista e nesse novo trabalho? 

VC - Total. Os caras piraram a minha cabeça desde cedo. Li On The Road e não parei mais de ler essa turma. E sempre que posso leio esse livro de novo. Acredito que eles me influenciaram muito, especialmente quando faço questão de andar na contramão do que está estabelecido, porque, na maioria das vezes, o que está por traz desse estabelecimento são interesses de minorias prevalecendo sobre os demais.

A influência é inevitável, mas imitação é dose. Se for ruim, ao menos seja original. Pois, muita coisa que pode ser visto como ruim hoje, amanhã poderá ser uma coisa legal. É claro que eu não estou falando de artistas como o Michel Teló e nem de Luan Santana, entre outros. Esses não têm jeito. Me refiro àqueles que não têm medo de arriscar, de querer dar um passo a mais, não importa se é pra frente ou até mesmo pra trás, mas diferente. Refiro-me àqueles que têm sangue no olho.

Nas artes plásticas, além de outros pintores, também me sinto muito influenciado pelos Beatniks. Acredito que a literatura é a arte que mais influencia o meu processo de criação e os Beats estão presentes nesse processo. Não acredito muito em inspiração, acredito em trabalho. O profissional da arte tem de ter o cérebro amadurecido pra criar. O artista vive de idéias, seja dele ou sugeridas por outros, não de inspiração.

Sobre o meu cd, ele não é só um trabalho que sofre influências dos Beats, mas que possui como tema principal essa Geração. O personagem Christine, com a sua viagem psicodélica é o centro, a ponte entre o ouvinte e esses “intelectuais malditos”. Sem falar que nesse cd, contei com o auxilio luxuoso de vários artistas sergipanos, atores como Cícero Vieira, Sandro Américo, Cacau Farias, Max Alberto e Andrea Villela, Ieda Dias e o saudoso Luis Carlos Reis, além de músicos como Zeq’Oliver, Sílvio Campos, Tânia Maria e Alice Nou, o Conjunto de Música Antiga Renantique, Saulo Ferreira, Fábio Souza, Cléo Maia, Mercinho, Melcíades Filho, Alegria e Léo AirPlane.


LdD - Porque um disco duplo?

VC - Um cd simples teria espaço para todas as vinte e quatro faixas gravadas, mas achei que ficaria com a cara de um mp3, e eu não gosto disso. A não ser se as músicas fossem curtas, e que não é o caso.


LdD - Como está sendo feita a divulgação do disco? 

VC - Através das redes sociais, jornais, sites e blogs e amigos.


LdD - E a viagem ao Recife? Dia 28/12, por exemplo, a FM Universitária tocou o seu cd na íntegra. Como foi isso?

VC - Foi muito importante.  As rádios me receberam muito bem e, na FM Universitária foi melhor ainda. Estando já em Aracaju, eu recebi por email, a informação do apresentador da mesma rádio, que o meu cd iria ser tocado na integra por eles, nessa data. Achei muito interessante, justamente por eles nunca terem ouvido falar de mim, nem do meu trabalho e de não ser amigo de ninguém, sem pagar jabá e sem panelinha, como acontece aqui em Sergipe, com exceção da FM Aperipê e da FM Liberdade que valorizam os artistas sergipanos. Adorei ver a coisa rolar como rolou em Recife. Foi muito legal.


LdD - Já tem data para show de lançamento do disco em Aracaju?

VC - Só vou pensar nisso a partir de março, pois no Brasil o ano só começa de fato nesse mês. Mas isso não impede de tocar através de convite, se convidar eu toco.


LdD - Como você vê o 'mercado' da música em Aracaju e no Brasil?

VC - No Brasil, de certa forma, a coisa está muito melhor que antes. Muita gente fala que, hoje em dia, o artista não vende cd, mas na verdade, nunca houve uma época em que a maioria dos artistas vivesse com a venda deles. Somente uma elite sempre teve esse privilégio. A grande maioria sempre viveu de shows, sem vender muito discos. As grandes gravadoras sempre desprezaram a maioria dos artistas, pagando a porcentagem que elas queriam e vendiam a falsa imagem de que os bons eram somente os que estavam atrelados a elas. Agora acabou. Antes os diretores e donos de grandes redes de lojas participavam das reuniões nas gravadoras, sem a participação do criador, ou seja, compositor e intérprete ficavam de fora, agora não precisamos de atravessadores e de pessoas que decidem por nós, sobre o nosso trabalho. Criamos e vendemos o que produzimos e pronto. É claro que, de certa forma sofremos com a distribuição dos cds, mas a internet está aí aliviando a coisa.


Fome Africana, banda da qual Vicente Coda fez parte nos anos 80. Na foto,
em pleno Festival de Artes de São Cristóvão.

Já em Aracaju, artisticamente falando, o cenário está legal. Boas bandas, bons artistas. No entanto, o mercado é muito caótico. Muitos artistas sergipanos ficam só confiando nos eventos produzidos pelos órgãos públicos ao invés de correr atrás, arregaçar a manga e ralar. Os órgãos públicos, por sua vez, atuam na base da panelinha, com critérios duvidosos, beneficiando somente os amigos. Aliado a isso, temos pouquíssimos espaços para shows na cidade e, muitas rádios que só trabalham à base de jabá, impedindo que o público conheça a grande diversidade da música do nosso Estado. Com tudo sempre andando em círculo, com as mesmas “caras e bocas” e os mesmos vícios de sempre. Sendo assim, não consigo acreditar num mercado promissor para a música Sergipana. 


LdD - O single "Bukowiski" que antecedeu o lançamento do disco foi disponibilizado para download. Pretendes disponibilizar o "A viagem de Christine..." na íntegra para download?

VC - Sim, pretendo ainda esse mês. E haverá outros eps misturados com  inéditas, aguardem.


LdD - Quais são os planos para o futuro-presente de Vicente Coda?

VC - Fazer shows é só no que penso.

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O disco está à venda nos seguintes locais:


Freedom - Rua Santa Luzia, nº 151 - Centro, Aracaju/SE
(79) 9924-8973

Casa do Artista - Calçadão da Rua Laranjeiras, nº 190 - Centro, Aracaju/SE
(79) 3211-2825

Restaurante Divina Gula - Calçadão da Rua São Cristóvão, nº 196 - Centro, Aracaju/SE (79) 3211-7947

e muito em breve aqui, na Lojinha dos Discos


O disco pode ser adquirido diretamente com o próprio artista. Abaixo seu contato...

Contatos do artista Vicente Coda

e-mail: vicentecoda@hotmail.com
Tel: (079) 9949-5078


Ou pode ser baixado gratuitamente nesse link abaixo


http://www.4shared.com/rar/4g60rRFF/Vicente_Coda__A_Paraphernlia.html

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

DIREÇÕES, de Saulo Ferreira



DIREÇÕES é o primeiro disco solo do guitarrista das bandas Maria Scombona e Ferraro Trio.

Foto: Marcelinho Hora

Gravado entre 2006 e 2007, reúne dez faixas autorais que passeiam por variados estilos, contendo desde células rítmicas presentes na música africana a modernas batidas eletrônicas, além de refletir algumas influências absorvidas pelo compositor ao longo de sua trajetória musical.


O disco encontra-se à venda na Casa do Artista

Calçadão das Laranjeiras, nº 190 - Centro

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Vicente Coda e a Paraphernália lançam single



Conheça o novo trabalho do poeta, artista plástico e músico VICENTE CODA...

Baixe gratuitamente o single clicando AQUI.


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Rubens Lisboa por tantas vozes


Se esse mundo fosse mais injusto e coubesse um adjetivo apenas ao seu novo trabalho, esse seria OUSADIA!, assim mesmo com exclamação e em negrito. Mas a realidade é outra e 'RUBENS LISBOA Por tantas vozes' merece todos os elogios possíveis. Adjetivos positivos para cada uma das 45 canções inéditas, interpretadas por diversos representantes da MPB nacional. De Elza Soares a Wado. De Leila Pinheiro a Márcia Castro.

Passeando por uma série de ritmos musicais, o compositor sergipano apresenta um resultado maduro e cheio de viço. Viço par aos dos que estão no começo da carreira, o que não é seu caso. Depois de 'Assim, meio de lua' (1998), 'Segundas intenções' (2001), 'Todas as tribos' (2007) e 'Arteiro', todos com produção independentes, seu novo rebento traz um brilho daqueles que só os apaixonados pelo que fazem conseguem imprimir em suas obras. E faz o mais difícil ainda: fazer-nos apaixonar por sua música.

Na entrevista concedida à Lojinha dos Discos, Rubens fala sobre todos os passos que levaram-no a esse portentoso e vigoroso trabalho. Fruto delicioso e cheio de sementes que hão de vingar.


Lojinha dos Discos - Revendo os seus trabalhos anteriores, o que permanece e o que muda na música de Rubens Lisboa?

Rubens Lisboa - Sinto que estou amadurecendo enquanto artista a cada novo trabalho e isso é muito bom porque consigo detectar coisas que antes passavam batidas. Permanece, antes de tudo, a vontade de ver minhas canções cada vez mais cantadas pelas pessoas, permanece um amor enorme pela música que é o que me faz continuar produzindo, ousando e insistindo em meio a tantas adversidades e permanece a questão da pluralidade em minha obra, vez que faço questão de transitar pelos mais diversos gêneros musicais. Muda talvez a forma inocente como eu via o meu trabalho no contexto de um mercado cada vez mais competitivo. Sei da necessidade de um aprimoramento constante e por isso continuo pesquisando e estudando incessantemente.


LdD - Tendo em vista o mercado musical nacional e, por conseguinte, no mercado local, é mais difícil começar ou continuar?

RL - É muito mais difícil continuar. Começar muita gente começa, mas ou acaba desistindo no meio do caminho ou enveredando por atalhos perigosíssimos. Hoje em dia é muito fácil gravar e lançar um CD. Chamar a atenção para um trabalho inicial também não é coisa complexa, mas manter uma carreira com lançamentos constantes e com repertórios inéditos, isso muito pouca gente consegue.


LdD - Quanto tempo desde a concepção, execução e finalização dos discos?

RL - Mais ou menos um ano e meio entre a remessa das canções para os artistas escolhidos e o término dos trabalhos da masterização que foi feita no Magic Master, no Rio de Janeiro, pelo competentíssimo Ricardo Garcia.


LdD - 45 canções inéditas?! De um universo de quantas?!! Qual o seu ritmo de composição? Existe alguma sistemática para escrever ou só quando bate a inspiração?

RL - Sim, são 45 canções inéditas neste novo projeto "Rubens Lisboa por Tantas Vozes" dentre umas 600 por mim já compostas, esperando para ganhar o mundo. Quando a inspiração vem, soprada pelos deuses da música, é só registrar as ideias referentes às letras e às melodias e depois desenvolver e concluir a canção. Mas algumas vezes, sento no chão e vou atrás da inspiração, chamo-a e ela sempre me responde.


LdD - Foi mais fácil reunir toda essa gente em torno de si do que conseguir patrocínio/apoio para lançar o disco em Aracaju?

RL - Sem dúvida! Artista fala a mesma língua e quando selecionei quem eu queria que estivesse presente no projeto, eu sabia o que estava fazendo. São intérpretes que admiro de montão e seres humanos iluminados que me presentearam com suas vozes avalizando a minha obra musical. Já conseguir apoio para realizar um show de lançamento em Aracaju está se mostrando mais difícil que chegar ao outro lado do mundo a pé.


LdD - Quem descobriu quem: a DISCOBERTAS encontrou Rubens ou vice-versa? Qual a estratégia para divulgação do 'Rubens Lisboa por Tantas Vozes'? Planos para gravar DVD?

RL - Após o projeto pronto (gravado, mixado e masterizado), achei que seria a hora de apresentá-lo a algum selo ou gravadora que realmente entendesse a grandiosidade dele. Escolhi a Discobertas porque sou fã do seu proprietário, o pesquisador e produtor musical Marcelo Fróes, um cara que realmente entende de música e ama o seu trabalho. A aceitação foi imediata, o que me deu muita alegria até pelo fato de também ser ele muito bem entrosado e querido no meio artístico. A divulgação dos 3 CDs está sendo feita tanto pela Discobertas como por mim próprio. E tenho contado com a necessária e eficiente ajuda de vários amigos que vêm disseminando esse projeto nas redes sociais, multiplicando assim a notícia sobre seu lançamento. DVD é uma coisa que nunca tive muito vontade de fazer, confesso. Não sei bem o motivo, mas a verdade é que a ideia não me passava pela cabeça. São tantos os pedidos e sugestões a respeito, no entanto, que venho começando a pensar nessa possibilidade. Contudo, é algo muito embrionário ainda... Vamos ver no que vai dar!


LdD - A capa e a arte do disco são da TEASER Propaganda. A concepção é deles ou sua?

RL - É tudo deles, mais especificamente do Rodrigo de Freitas, um profissional de primeira linha com quem venho trabalhando já pela terceira vez. Antes, foi ele o responsável pela arte de meus CDs "Todas as Tribos" e "Arteiro". Fiquei meio espantado quando ele me falou sobre a ideia que terminou se concretizando de forma absolutamente eficiente. Trata-se da imagem de meu rosto formada pelos nomes dos 45 intérpretes presentes no projeto. Depois que ele me mostrou a primeira prova, tive a certeza de que mais uma vez estávamos no caminho certo.


LdD - 'Compartilhar a beleza' é o que move você e por isso promete continuar criando. Do CD "Arteiro" para cá contamos um ano e meio e você nos vem com 3 discos ótimos e, além disso, afirma possuir por volta de 600 canções inéditas. Quanto tempo mais para que as compartilhe conosco? E quando sai o próximo trabalho?

RL - Componho por prazer e por uma necessidade vital. É o que me faz sentir importante neste planeta Terra. É o que dá sentido ao meu existir. Esse reconhecimento todo que vem acontecendo com o "Rubens Lisboa por Tantas Vozes" tem me dado um gás fora do comum. É claro que eu sabia da importância desse projeto, não vou ser hipócrita de dizer que não. Uma coisa que até para mim ainda hoje soa inacreditável, quase como um milagre: um artista do menor Estado do Brasil conseguir fazer em menos de dois anos três CDs contando com 45 nomes da nossa MPB realmente me parece um fato inédito não somente em Sergipe mas também no Brasil! Mas a receptividade que o projeto está alcançando vem superando as minhas expectativas. E o que me dá mais contentamento é ver que as pessoas estão conseguindo entender o meu propósito duplo: divulgar a minha obra e propagar o talento sergipano além fronteiras. Quanto à quantidade de canções que já criei, é fruto de um dom que agradeço diariamente a Deus. E venho compondo muito ultimamente. Muitas ideias, especialmente melodias novas. Espero poder compartilhá-las com o público o mais breve possível, seja na minha voz, seja na voz de outros intérpretes. Quanto ao próximo trabalho, acho que agora deve demorar um tempo razoável. Há uma frase de que gosto muito que diz: "Entre um amor e outro, é aconselhável um tempo para respiração". Estendo isso para o campo musical. Sei que o "Rubens Lisboa por Tantas Vozes" merece ser trabalhado sem pressa e com cuidado pois há muita munição na agulha. Não quero queimar etapas, nem tampouco atropelar nada. No momento certo, daqui talvez a uns dois anos, aí eu faça o CD de blues com que tanto sonho, ou um disco voltado para o universo infantil que é outro desejo antigo, ou ainda um álbum em que eu surja somente como intérprete. São muitos projetos que - tenho certeza - amadurecerão na época certa. E é claro que existe um em especial que guardo secreto que é para ninguém copiar.


LdD - A música já paga as suas contas?

RL - Ainda não, mas espero que em um futuro bem próximo venha a ser a minha principal fonte de renda. Quero fazer muitos shows, quero vender muitos discos, quero que muita gente boa grave minhas canções. É para isso que venho trabalhando e acho que é esse o sonho de todo artista.


LdD - De Elza Soares e Alaíde Costa, passando por Selma Reis e Leila Pinheiro e desembocando em Anna Ratto, Wado, Marcia Castro e outros novos nomes da MPB. O que você pode falar desse encontro de gerações unidos sob sua música?

RL - Que é isso que dá um sabor especial ao projeto. Intérpretes de todas as gerações e vertentes. Canções dos mais diversos gêneros musicais. Arranjos os mais variados. Instrumentistas de ponta mas com as mais variadas influências. E o fato de eles estarem cantando músicas de Rubens Lisboa, acreditando no meu trabalho, me mostra que estou no caminho certo. Quero poder falar indistintamente a todas as gerações. Copiando Caetano Veloso e sem querer soar esnobe: "Muito pra mim é muito pouco!"


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Feito inédito para artistas de diversos lugares, dar vida a um projeto desse porte é para pessoas com 'sangue no olho'. Lançá-lo em Sergipe, sem apoios ou apadrinhamentos políticos, sem verba de leis de incentivo, é fato para que o cidadão Rubens Lisboa sirva de exemplo para os que reclamam que seus sonhos não ganham asas. Para aprender a voar, às vezes é necessário se jogar no abismo.


ONDE COMPRAR?

Aqui em Aracaju, o box "Rubens Lisboa por Tantas Vozes" já pode ser encontrado pelo módico preço de R$ 30,00 (sim, os três CDs por apenas R$ 30,00!) nos seguintes pontos:

- CD Clube (Avenida Augusto Maynard)
- Coisas Nossas (Avenida Algusto Maynard)
- Casa do Artista (Calçadão da Rua Laranjeiras)
- Casa da Rua da Cultura (Praça Camerino pela Rua Boquim)
- Livraria Escariz do Shopping Jardins
- Livraria Escariz do Shopping Riomar

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

elvis boamorte e os boavidas

(release)

Formada em 2009, Elvis Boamorte e Os Boavidas é uma dais mais inventivas e promissoras bandas do cenário contemporâneo da música sergipana. Liderado pelo cantor e compositor Elvis Boamorte, o grupo traz no bojo de suas canções referências que vão de Bob Marley e do dub jamaicano de Lee Perry aos ritmos folclóricos tradicionais de Sergipe. Do afrobeat de Fela Kuti à fase 70’s de Roberto Carlos. A fusão desses ritmos produz uma música pop nitidamente contemporânea e cosmopolita produzida no menor estado brasileiro.



Elvis Boamorte e Os Boavidas são representantes de peso de sua geração e mostram que criatividade e canções pop podem andar lado a lado sem medo mútuo e sem amarras. Pois no fim das contas o que pesa é o talento e o senso estético que fazem surgir uma música singular.

O grupo traz no seu currículo participações no Verão Sergipe – maior festival de verão do estado, Rock Sertão e Feira da Música de Fortaleza, além de já ter feito diversos shows pela capital sergipana.

Quer baixar o disco? CLIQUE AQUI

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Alice Nou lança o cd seu primeiro disco



Alice Nou, cantora e compositora, lança seu primeiro disco, 'Alice Nou' neste sábado, 20, às 20 horas no Cine-Teatro do Yazigi, localizado próximo à biblioteca Epifanio Dorea. O show terá a participação de convidados que atuam no cenário musical sergipano e nacional como Henrique Teles da banda Maria Scombona, Silvio da Karne Krua, conhecido como o percursor do Blues em Sergipe e os violinistas Horácio Chagas e Marconi Matusalem.

A banda de Alice Nou é formada por quatro músicos conceituados com décadas de estrada e estudo como Neil Alves guitarrrista, Denis Arcanjo, batera, João Valiati no contra baixo e Danniel Melo no violão. O show terá a participação de efeitos visuais de Marlon Delano, estudante de cinema da UFS.

O CD possui 12 faixas de pop rock, entre elas sucessos tocados nas rádios como "Artista Desconhecido", "É Bipolar", "Juntos entre Aspas", "À Noite" , "Talvez" e "Ponta dos Mangues", a música que fala da sepração dos seus pais. "Esta música foi um marco na minha adolescencia, vale a pena reproduzi-la, quem sabe pais e filhos que estiverem passando por isso consigam algum conforto.Eu acredito que Deus através da música tem o poder de curar a dor e de nos fazer refletir", disse Alice.Também no show três músicas novas: 'Nou Sentidos", "Mistério Verdadeiro" e "Carta de Despedida do Mundo"."Esta música terá um acompanhamento de imagens de catástrofes do mundo. A gente só muda quando se choca com alguma coisa, vamo ver se a gente passa a cuidar mais do nosso planeta. As músicas novas estarão disponiveis no site www.alicenou.com.br.
Alice tambem é jornalista mas decidiu em junho deste ano se dedicar somente à carreira como cantora e se lançar no mundo desconhecido. "Viver a vocação, assumir as lutas, mas ter a certeza de que estou nocaminho certo. Pode ser que amanhã tudo seja diferente. Já fui professora de ingles, assessora de comunicação, escrevi biografias de empresários bem sucedidos,jingles, gravei comerciais de rádio, ah, o que vale mesmo é ser feliz, fazendo de tudo nessa vida sem ter medo, vivendo cada dia após o outro".

Disco à venda 

nas Lojas Escariz

no Acarajé da Rita

em breve na Freedom