quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

PATRÍCIA POLAYNE




Fica fácil escrever sobre alguém quando se gosta do seu trabalho. Patrícia é dos artistas sergipanos, uma das que admiro há mais tempo. Fui ao show de lançamento do seu primeiro CD, Circo Singular - as canções do exílio, no circo Estoril, em dezembro. Apesar do atraso de mais de uma hora (!), com alguns aplausos às escuras à guisa de protesto e algumas pessoas saindo antes de começar. Quem ficou ganhou. E muito!

O Show. O palhaço Kassen mestrecerimoniou o "Circo Singular, as canções do exílio!!!" Polayne, vídeo, poesias, luz, flashs, sombras, músicos afiados e uma platéia que respondeu bem ao estímulo e cantava as mais conhecidas. Os próximos shows dela podem ser acompanhados em http://www.myspace.com/patriciapolayne

O Disco é muito bem elaborado e muito melhor gravado se comparado ao artesanal EP (que só não está presente a excelente faixa -REGISTRO MEU PROTESTO AQUI!- "Morro do Urubu") Polayne, lançado no início de 2008. A música "Arrastada", finalista do festival da ARPUB é a primeira citada pelo crítico Marcos Aurélio Canônico em artigo para a Folha de S. Paulo on line, sobre a coletânea. Sergipe's Finest: music from Sergipe.

Eis o vídeo de uma das melhores músicas do disco, a composição "Lentes de contato", de Kleber Melo e Bruno Montalvão. Apresentação dia 13 de novembro de 2009, durante o Circuito Cultural BR, no Parque da Sementeira.





Lembro de duas fantásticas apresentação de Patrícia: uma, abre com um repertório bossa nova o show da baiana Rosa Passos, que quase foi ofuscada. Interpretação primorosa com um time de músicos sensacionais! Leia sobre esse show AQUI. Outra, na extinta (até quando?!) Poyesis, com direito a bis até as 4 da matina com o solzin paletando de luz o céu d'Aju. Na épóca, só o staff não gostou muito, rs!, mas eu ainda tenho cicatrizes desse show...

Abaixo segue o texto e fotos obtidos no site Myspace.



Texto e fotos obtidos no site Myspace*

Uma das mais importantes vozes da música sergipana de todos os tempos, a cantora e compositora Patricia Polayne tem em sua obra, referências que vão da tradição oral à Tropicália, do coco ao Cocteau Twins, da música latina aos ritmos afrobrasileiros.

O estilo musical reinventado pela premiada artista é fruto de um trabalho original e diferenciado de pesquisa e vivência com os timbres de sua região. A fusão entre esses ritmos e outros elementos da música universal resulta em canções e imagens que compõem um delicado e apreciado trabalho autoral. Contemplada com o Prêmio Produção Pixinguinha da FUNARTE, Polayne gravou seu primeiro disco O Circo Singular, com produção impecável de Junior Areia, baixista do Mundo Livre S/A, e a participação especial de Roberto Menescal. O projeto O Circo Singular é inédito. Recentemente a artista foi premiada na etapa estadual do Festival Nacional de Música da ARPUB (Associação das Rádios Públicas do Brasil) e também selecionada para realizar dois shows na Conexão Vivo Circuito Off da Feira Música Brasil, que aconteceu no mês de dezembro em Recife, Pernambuco. O movimento que Patricia Polayne está produzindo representa muito bem sua geração, pois possui linguagem própria, maturidade e qualidade artística para aportar, ser bem recebido e redimensionado neste competitivo mercado, onde a tendência ao “mais do mesmo” está cedendo à força que a música tem para transformar seu tempo.



LEIA SOBRE PATRÍCIA POLAYNE

na TRAMA VIRTUAL

Entrevista concedida à jornalista Carla Sousa, da INFONET

nos blogs
MÚSICA da BOA

CIRCO SINGULAR

SPLEENeCHARUTOS

BANGALÔ CULT

e download no blog UM QUE TENHA

MAS RECOMENDO COMPRAR LOGO UNS 3 CD´s PARA DAR UMA FORÇA PRESENTEANDO AMIGOS COM ESSE ÓTIMO DISCO!

Escrevo como admirador do trabalho dessa que, no mesmo teatro, (que saudade!) Atheneu, me fez chorar cantando emocionada o vitorioso "Camará" (Ithamara Koorax fez com "Disritmia", - acompanhando-se com uma caixa de fósforos!... De arrepiar!

Assista ao vídeo de "Camará" cantado por MONARA



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Produção o Circo Singular - Melissa Warwick - (79) 9938-6035 produção.polayne@hotmail.com www.myspace.com/patriciapolayne

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

THE BAGGIOS em coletânea de gravadora paulista

A the baggios foi uma das 12 bandas da terceira edição da coletanea “Um Dia Tudo Isso Vai Fazer Sentido Vol. 3”, Lançada pela Loaded-e-zine ( Portal Virtual de São Paulo)



A música selecionada foi 'No meu bem estar', do EP 'Hard Times'



Quem quiser conferir a coletânea é so acessar e baixar: 
http://www.loaded-e-zine.net/#




Conheça mais a the baggios:

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

MARIA SCOMBONA










No site poderás baixar as músicas de ambos os discos.



www.mariascombona.com.br

A Banda

Maria Scombona é prato de caldo grosso, dito popular, pela consistência dos próprios ingredientes e pelo tempo da fervura.
Nascida diretamente do desejo de Henrique Teles (vocalista) de divulgar suas composições, a Maria Scombona foi povoada por amigos músicos de diversas vertentes da música. De velhos amigos do heavy metal - no qual Henrique teve suas primeiras experiências musicais - a músicos de mpb, forró e outros, a banda teve como integrantes, desde o princípio, na construção da sua sonoridade.
Quem ouve o som de muito balanço da Maria Scombona de hoje, não imagina que permeando as letras e melodias do compositor transitaram diversas linhas estéticas com influências tão diversas, que vão dos aboios ao blues, do coco de embolada à soul music, do forró ao jazz. O som da Maria, então, tendo a linha mestra das composições de Henrique, já teve um contorno mais pesado em um tempo, mais regional em outro, e terminou chegando num formato em que tudo está presente numa expressão estética muito homogênea onde cabe tudo e a música em si é o centro do processo.
1992 é o ano de formação da banda. De imediato, tendo suas composições selecionadas para o Festival de Arte Alternativa da Cidade de Olinda, Henrique Teles (vocalista) convoca os amigos Marcus Vinícius, guitarrista da banda metaleira Hemisferius, o flautista Wandeley e mais dois percussionistas atuantes da música local, Ronnie e Peppy. Essa foi a formação inicial, claro com um perfil de muita influência do metal de um lado e regional do outro; e assim seguiu com esse perfil até 1997, com outras formações, mas sempre com guitarras pesadas. Em meados desse ano a banda, já com Hugo Leonardo nas guitarras, dá uma parada. Henrique estava incomodado com o perfil pesado e queria experimentar a sua viagem pelos predecessores do rock, especialmente o blues e o Rithm & Blues, que davam uma melancolia e um balanço muito próximo da música nordestina. Data de 1997 a entrada da gaita no naipe instrumental da banda, com Carlinhos. Nasce aí um projeto semi-acústico que foi a base pra o som que a Maria leva hoje. O show foi premiado no Projeto Prata da Casa na categoria Melhores Arranjos.
Mais uma parada na trajetória da Maria Scombona em 1998; Henrique Teles pediu transferência temporária no trabalho e foi morar em Brasília, onde permaneceu por alguns meses apenas. De volta reagrupa os amigos e retoma o trabalho numa concepção intermediária entre o semi-acústico recente e a formação antiga. Encontrou o ponto tão procurado. Já era 1999 e a partir daí foi amadurecer com os ensaios e os raros shows feitos pela banda, até que em 2002 tudo acontece de repente.
Após lançar o CD Grão e vê-lo ser recebido com um misto de surpresa e elogios por fãs e crítica, a Maria Scombona desfalcada de seu guitarrista Álvaro e do baixista, Robson, que foram tentar a vida musical em São Paulo com outro artista local, é imediatamente chamada para o Festival Eimepeg3 no Rio de Janeiro, em seguida para o cobiçado Festival de Verão de Salvador e uma série de eventos como o aniversário da cidade de Aracaju, onde fez um show memorável, o Festival de Inverno de Garanhuns e o Programa Bem Brasil, transmitido ao vivo em rede nacional de Aracaju para todo país. Revistas e jornais especializados fizeram críticas elogiosas ao CD Grão e a agenda não parou de evoluir.
Em 2004, com a saída de alguns músicos, inclusive com uma carta de saída também de Henrique Teles do projeto, a Maria Scombona se esvaziava. Quando tudo apontava para o surgimento de um trabalho solo de Henrique, levando seu nome, um encontro com Rafael Jr. e Robson Souza e Saulo Ferreira, selou o compromisso de retomada do trabalho, ainda sem definição de ser continuidade da Maria Scombona.
Um ano depois da parada repentina, a banda reestréia com um desafio: tocar com a formação de power trio as músicas da formação anterior que contava com 7 músicos. Incertos, mas confiantes, os meninos da Maria mostraram na ATPN, reduto local de roqueiros “com quantos paus se faz uma cangáia”, e daí não parou mais. Retomou o trabalho, a gravação do Mais de Um Nós – segundo CD -, os shows, levou seu projeto MUNDO ROCK INTERIOR para 10 cidades de Sergipe, tocando com bandas locais e fazendo workshop para a garotada iniciante e, de quebra, teve tempo ainda pra sair e, a convite, tocar no Projeto Prata da Casa no Sesc Pompéia em São Paulo e na Feira Internacional de Música independente em Brasília 2007. A agenda volta a crescer e, com o lançamento do Mais de Um Nós, a banda se prepara para o que possa acontecer caso este disco seja tão bem sucedido quanto o primeiro – Grão.

Release do site do grupo.

ALEX SANT'ANNA



O disco, 1º do cantor, foi lançado em 2004 pelo seu selo, Disco de Barro.



Clipe da Música Cansado (Alex Sant'Anna e Márcio de Dona Litinha). Produção: Nah Donato e Diane veloso Direção e Edição: Leo Airplane Elenco: Diane Veloso e Dante Veloso.
Saiba mais sobre esse baiano de Ipiaú que mora há quase 20 anos em Aju no blog do Vina Torto, o

escrito em janeiro de 2008.


SAIBA MAIS: site www.alexsantanna.com.br e Myspace: www.myspace.com/alexsantanna.